5 dicas para uma acentuação intuitiva

Um desses óssos de aprender a escrever foi sempre a acentuação. Este post vai para aquelas pessoas que começam a dar os primeiros passos na ortografia internacional e sentem isto como um grande desafio. Sei que não estou a dar uma fórmula mágica, mas podemos entender esta publicação como umas regras para darmos menos erros.

Parece mentira, mas não é: o português foi feito para usarmos os menos acentos possíveis, acreditem. Normalmente, acentuamos (dentro das possibilidades) os grupos de palavras minoritários dentro da língua. Isto é, existem mais palavras como fazia, comia, pedia (pensem em todos os Pretéritos Imperfeitos!), Maria, democracia do que memória, história, vitória e é por isso que o português acentua estas últimas, para poupar-nos o trabalho.

O meu Genial.ly foi feito nessa chave: não sabes o que é significa Oxítona e Proparoxítona, não percebes patavina, mas queres acentuar na mesma. Começa então com estas dicas, carrega nas setas para veres mais!

Outro dia falar-vos-ei dos tipos de acentos e para que é que serve cada um. Fiquem com isto por enquanto.

Os meus (e também teus?) pesadelos ortográficos

Chega aquela festa que odeio, mas para não ser ostracizada socialmente, decidi fazer uma coisa temática.

Um dos assuntos que mais me arrepiam no mundo é a palavra *voçê assim escrita e o verbo *Posser: “eu posso, tu posses, ela posse…” Tiram-me do sério. Isso e o Samaim.

Reuni valor, alhos e balas de prata e criei uma lista de 7 ou 8 erros supercomuns. Atrevem-se a ler cada página da infografia?