Haēma em Compostela

O Festival Feito a Man é mais do que um prémio de consolação para aquelas pessoas que ficam em Compostela no verão a aguentar a pressão do turismo. É uma oportunidade de colocar nas luzes da ribalta bandas que o grande público não conhece.

No marco deste festival andam as Haēma. Elas são uma dupla portuguesa que já nos acompanhou em março deste ano em Compostela.

Susana Nunes e Diana Cangueiro fazem uma investigação musical na procura da sinestesia. Uma lufada de ar fresco ou, se quiserem, de sangue fresco pois Haēma quer dizer isso em grego.

Amanhã às 13h30 na Borriquita de Belém poderemos ouvir letras em português do mais inspirador: mar, sereias, marinheiros e mulheres que esperam. Tudo à mistura com jazz e eletrónica.

https://youtu.be/VMzHuchBpCc

Haēma na Galiza

10688034_723341757747644_8417274482523208144_oE vamos às origens. Haēma é em grego Sangue. Também é o nome da dupla lisboeta formada por Susana Nunes e Diana Cangueiro.

Elas têm um som muito particular, fundamentado no Trip-hop, pop e jazz. Em palavras das integrantes da banda, Haēma é “o espaço que criamos para reinterpretações e redescobertas e para experiências sem barreiras numa busca sinestésica”.

Na verdade não encontrei muitas informações sobre elas na net. Mas é sempre bom encontrar novas artistas. Querem conhecê-las um bocado mais? Ouçam-nas na soundcloud.

Vão tocar hoje na Borriquita de Belém em Compostela (21h30) e amanhã em Tui (22h) no pub Betún.

Vamos deixar, como o sangue, o som fluir.