Dormir com Lisboa

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Fausta Cardoso Pereira é uma lisboeta de gema. Estudou Publicidade e Marketing, Comunicação Social e Sustentabilidade. É formadora na área da escrita criativa e antes foi responsável pela gestão de projetos educativos na Fundação PT.

O seu livro último livro, Dormir com Lisboa, foi o vencedor do II Prémio Antón Risco de literatura fantástica. Este certame, convocado pela Urco Editora e a Fundación Vicente Risco, é desses poucos na Galiza que aceitam manuscritos em português.

O argumento da obra parte de um enigma simples: o desaparecimento inexplicável de cidadãos comuns na cidade. Lisboa é aqui uma personagem mais que se apresenta como um grande mural de histórias encaixadas e que parece engolir as pessoas. O romance é, então,  um canto contra as cidades europeias estandardizadas e turistificadas.

Esta sexta-feira, às 20h, poderemos  falar na Lila de Lilith com a autora e o editor, David Cortizo.

 

 

 

 

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Mamadu Baio na Galiza

Originário da Guiné Bissau, Mamadu Baio nasceu em Tabatô, uma aldeia em que todos são djidjius (trovadores). Quando praticamente todos os habitantes da tua aldeia são músicos, é difícil escapar àquela magia.

Esta aldeia é reconhecida como o berço de vários artistas afro-mandingas, descendentes do Império Mali, bem como da longa prática de construção de instrumentos tradicionais, como o balafon, os cora, o dundumbá ou neguilim. Todos estes instrumentos cantam à paz, à harmonia e à igualdade na sociedade.

O som do Mamadu tem uma visão contemporânea sobre a tradição musical a que pertence. A carreira musical dele começa no Mali, onde gravou um primeiro álbum com o seu grupo Super Camarimba, apadrinhado pelo músico internacionalmente reconhecido Salif Keita. Também co-escreveu a música do filme “A batalha de Tabatô” do realizador João Viana.

Vamos poder vê-lo nesta sexta em Alhariz e no sábado em Vilar de Santos. Confiram as horas no cartaz!

Em Vilar de Santos, na Arca da Noe, há jornada completa, porque António Alves também apresentará Guiné Bissau, Terra Sabi.