O Mandarim

o-mandarinUma das primeiras leituras que fiz em português foi uma adaptação d’O Mandarim de Eça de Queirós. Talvez pelo meu fraquinho pelo mundo oriental, talvez também porque a obra não tinha muitas páginas (confesso que em estudante a minha filosofia era essa) fiquei muito comovida com o moral daquela história e a crítica descarnada aos desejos burgueses.

Graças este romance viriam outros muitos do Eça e outras coisas mais nerd como cursos de aproximação da cultura oriental.

Nesta quinta-feira a Companhia de Teatro de Almada vem encenar O Mandarim ao Salón Teatro de Compostela às 20h30.

Segundo a própria companhia, “o protagonista deste romance, Teodoro, será uma noite interpelado por um velho livro: “No fundo da China existe um mandarim mais rico que todos os reis de que a fábula ou a história contam” . Tentado pelas ambições burguesas que há muito alimentava, Teodoro porá fim à vida de Ti Chin-Fu. Mas a esperada felicidade tarda em chegar, já que o jovem amanuense vive atormentado, ora pela consciência, ora pelo fantasma do morto. Uma viagem pelo Oriente parece ser a única solução”.

Quem quiser ver esta peça e for sócio/a da AGAL, terá um pequeno desconto.