Nexos: Arquitetura. O legado da Escola do Porto

 

Vitrúvio é, por assim dizer, o pai da arquitetura. No seu tratado De Architectura definiu os três conceitos em que se baseia esta arte: a beleza (Venustas), a construção (Firmitas) e a função (Utilitas). Ele foi um homem importante na história desta arte. Conhecem algum nome de arquiteto/a lusófono/a? imagino que agora andam a pensar em Siza Vieira ou Óscar Niemeyer. A notícia de hoje tem a ver com o primeiro.

Gostam, como eu, de andar a ver prédios e outras construções? estão de parabéns! Amanhã na Cidade da Cultura, no marco de atividades do Nexos, será tratado o tema do legado da Escola do Porto da mão de dois professores portugueses: Alexandre Alves Costa e Pedro Bandeira.

A chamada Escola do Porto marca o modo de fazer arquitetura em Portugal nas últimas décadas do século XX. É inegável o grande número de fãs que a cidade reúne, porque, pensem bem, na cidade invicta podemos ver amostras arquitetónicas desde o medievo até a contemporaneidade.
Távora, Álvaro Siza e Souto de Moura são as colunas que sustentam uma tendência hoje seguida por muitos aprendizes. É esta produção arquitetónica que normalmente está associada internacionalmente à imagem da “arquitetura portuguesa”.

Podem ver o programa nesta ligação. Inscrevam-se!

Oficina de danças galego-portuguesas

No dia 29 de abril, dia internacional da dança, temos por aí uma atividade linda para fazer.pes de lan

Na Cidade da Cultura há oficina de danças galego-portuguesas com motivo do dia internacional da dança e também…da chegada da primavera. É isso aí! primavera é luz, alegria e dança.

Quem disse que começar uma coisa pelos pés era uma má ideia? que melhor para conhecer uma língua que achegar-se a uma cultura.

Para participarem da oficina devem fazer antes uma inscrição. Façam. Façam e dancem. Quem dança seus males espanta.

By heart, de Tiago Rodrigues

by heart

Aprender coisas de cor é um valor bastante socrático que se perde na atualidade.

Sócrates foi um grande filósofo que trabalhava com a memória, pensava que a escrita podia aparvalhar as pessoas, porque com ela não se exercitava o cérebro. Este recordado filósofo não deixou nada escrito, não sabia ler nem escrever.

Dentro do marco da programação do Gaiás Escenas do cambio, poderemos ver amanhã a peça de Tiago Rodrigues, de Mundo Perfeito.

By heart é uma expressão anglófona que significa “de cor”, “de memória”. A expressão em inglês e português tem a mesma origem e o significado etimológico seria “aprender de coração” porque para os romanos era mesmo aí que as recordações moravam.

By heart é mais uma peça de participação pública, tal como aconteceu com outras que vinham no programa deste inverno. Dez participantes terão que decorar um soneto de Shakespeare e declamá-lo no palco. Misturando histórias da sua família com narrativas reais e ficcionais, Tiago Rodrigues recorda-nos a importância de saber textos de cor.

Amanhã, pelas 20h30 no Gaiás. Não escrevam isto num papel, simplesmente decorem-no.