Dani Black na Galiza

Dani Black chega amanhã à Galiza. Chega à casa que acolhe todos os músicos lusófonos: a Casa das Crechas.

Não chega em dia bom, porque entre o Dani Black e as CSS, escolho as CSS. Mas é de agradecer o facto de termos eventos lusófonos para escolher na capital nacional e que as pessoas concorram por terem um público galego. Isto significa que alguma coisa está a mudar. Aliás, por se alguém ficar com pena de não ir amanhã por causa de que calham as datas com as CSS, não se preocupem, 5b30bc079c5081d8ac7ff0083c1fe38eele tem duas datas!

  • 9 de outubro -Santiago de Compostela – Casa das Crechas
  • 11 de outubro – Santiago de Compostela – Teatro Principal. Show Aos vivos agora Chico César convida Dani Black 

Queria fazer uma introdução da vida deste gajo e o porquê é interessante, mas o site dele está em construção, sou reencaminhada para o Facebook e no Facebook não há informações nem musicais nem pessoais dele. Que alguém dê uma turrinha de orelhas…

Ok, agora a sério, as informações que arranjei dizem que ele é já filho de músicos (a mãe é Tetê Espíndola e o pai Arnaldo Black). O cantor paulistano em criança estava já a participar em shows com a família, a percorrer o circuito da MPB, isto faz dele um músico experiente e com muitos anos de palco.

Dani Black bebe das fontes dos ritmos do Mato Grosso do Sul por uma parte e pela outra…tem muito com o Chico César. De facto, eu vi-o pela primeira vez no ano passado, a cantar com ele no Cantos na Maré. Eu adoro Chico, portanto, também gostei do Dani.

Deixo vocês com este concerto. Vale a pena ouvir.

Mais cinema nas Crechas

cinema brasileiro nas Crechas

 

Pode resultar um post um pouco repetitivo, e é mesmo, mas estamos no dever de informar os nossos queridos leitores que o cicl0 de cinema brasileiro continua durante o mês de janeiro na capitalina Casa das Crechas. Como já falamos há umas semaninhas, temos uma óptima oportunidade de descobrir o que melhor se faz e fez no país continental no mundo do cinema. A cita é aos domingos, às 20 horas.

O dia 20 vai passar o filme “Redentor” de 2004, uma engraçada trama de Cláudio Torres na que um jornalista recebe a missão divina de convencer um amigo da infância, empreiteiro e corrupto, de se redimir e devolver o dinheiro às pessoas lesadas pelas suas falcatruas.

 

O dia 27, vamos ver um filme mais antigo, com quase 22 anos, “Brincando nos campos do Senhor” um filme estadunidense-brasileiro, do género drama, dirigido por Hector Babenco e com argumento baseado em livro de Peter Matthiessen.

Agora é só esperar que a luz se desligue e comece a magia.

 

O cinema do Brasil nas Crechas

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A Casa das Crechas é já um lugar de estimação e bem conhecido para todos o inúmeros leitores deste blogue. Mais uma vez o spot capitalino traz-nos um bocadinho de lusofonia, desta vez em forma de cinema.

O intuito é aproximar a riqueza estética e temática do cinema brasileiro,  quem só conheça a Cidade de Deus, vai levar uma grata surpresa, pois temos uma boa escolha com realizadores novos e consagrados e filmes mais comerciais combinados com outros “indies”.

Segunda-feira dia 3 às 20:00 vai ser projectado “O homem que copiava” de Jorge Furtado, ambientado na zona norte da cidade de Porto Alegre, conta a história de André, um jovem operador de fotocopiadoras que precisa de 38 reais para se aproximar de sua vizinha Sílvia, por quem está apaixonado. Para isso, é ajudado por Cardoso, empregado de uma oficina, que topa qualquer coisa por dinheiro. Marinês é uma jovem que explora sua sensualidade para ascender na vida, e acaba se identificando com Cardoso. O filme é de 2003.

Na seguinte Segunda, passa o “Terra Estrangeira” de 1996, também às 20 realizado por Walter Salles e Daniela Thomas.

O último filme do ciclo, vai passar o dia 16 às 20:00, chama-se Lavoura arcaica e foi realizado por Luiz Fernado Carvalho em 2001, ai vai um excerto:

António Zambujo na Galiza

António Zambujo é um homem com uma vasta formação musical. Cresceu a ouvir o cante alentejano. A harmonia das vozes, a cadência das frases e o tempo de cada andamento, foram para sempre uma influência. Nascido em Beja, em 1975, António Zambujo começou a estudar clarinete com 8 anos, estreando-se no Conservatório Regional do Baixo Alentejo.

Ainda pequeno, apaixonou-se pelo Fado e pelas vozes de Amália Rodrigues, Maria Teresa de Noronha, Alfredo Marceneiro, João Ferreira Rosa, Max entre muitos outros.

Não há muito tempo, cantava na casa de fado Sr Vinho de Lisboa. Hoje é um artista muito conceituado, mesmo foi eleito melhor intérprete masculino de fado.

Nestes dias teremos a oportunidade e privilégio de ouvir a sua música. Em Lugo, no San Froilán, a dia 12 e também em Compostela nos dias 14 e 15, na Casa das Crechas. Poderemos cantar as suas letras, canções que intensificam o fado mais clássico e trazem aliás ritmos da África e do Brasil.

Mais informações no Calendário