MIT Ribadávia 2018

É engraçado como as coisas se unem, podem chamar-lhe serendipidade ou destino.

Um dos temas de que mais falei com os meus alunos e alunas este ano foi o teatro e depois calhou que foi também uma das perguntas no meu concurso-oposição. Hoje abri o email e tinha um aviso do começo da MIT de Ribadávia.

E como acho que a MIT não precisa de apresentações, vamos ao ponto. Eis a nossa proposta lusopata para este ciclo de teatro.

-dia 15: apresentação do livro Confio-te o meu corpo. A dramaturgia pós-dramática, de Afonso Becerra de Becerreá. Será apresentado pelo diretor do Teatro Municipal Rivoli do Porto, Tiago Guedes, às 21h30 no Salão de Atos do Concelho.

É ainda um tabu mostrar o corpo em movimento? É o teatro uma profissão digna? Estas e mais questões a debate neste livro da Através.

-dia 18: às 20h na Praça Maior temos um primeiro passe de Ez Sub dos portugueses Projeto EZ, haverá um segundo passe às 00h30 no mesmo lugar.

Este é um desses espetáculos onde o público é espetador mas também se torna performista.

A peça fala-nos de um submarino que anda um bocado perdido num ambiente urbano. O próprio submarino é “uma máquina cénica de grande formato, capaz de transportar os transeuntes para uma nova realidade”. Pelo que vi na página do projeto, nós como espetadores/as podemos entrar na máquina e interagir com ela. Vejam só.

Quem gostava de ser o capitão Nemo?

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Teresa Salgueiro em Tui

Tui é desses municípios com grande valor estratégico, tanto geográfica como politicamente. O peso simbólico, aliás, que Tui tem na história dos vultos do reintegracionismo é muito. É só estudarmos o discurso de Murguia nos Jogos Florais de 1891 e entendermos muita coisa sobre nós e a nossa língua.

Esta terra está a comemorar desde ontem o tratado que erigiu uma fronteira histórica com um programa abrangente que envolve artistas dos dois lados do Minho: Sondeseu ontem e Teresa Salgueiro hoje.

Parece que desde o ciclo Nexos a Teresa ainda anda pelas nossas terras e dará um concerto de graça na Rua Compostela, às 22h30.

Espero que no futuro comemoremos mais coisas que nos unam!

 

PoemaRia com participação portuguesa

poemaria Entre hoje, amanhã e depois de amanhã poderemos entrar em contacto com a lírica atual de vários países da Europa. Este é o terceiro ano consecutivo para o festival PoemaRia em Vigo, um projeto ainda muito jovem que pode chegar a ser um referente como o já muito conceituado Festival de Poesia no Condado ou outras propostas de dimensões mais modestas, tipo o Festivalo de Manselhe, em Dodro.

Qual é o toque distintivo do PoemaRia? a resposta não poderia ser mais atual e mais justa: dar um espaço às vozes líricas femininas.

Se forem procurar informações sobre o evento em jornais galegos ou locais, verão que durante parágrafos só se fala de literatura hispânica. Achei isso bastante sintomático, sendo Dores Tembrás quase a anfitriã e tendo como espaços para o festival a Praça do Abanico, o Instituto Camões e a Casa Galega da Cultura. Em fim…comecei a escrever o artigo com uma finalidade, que é dizer-vos que haverá participação portuguesa.

Andreia C. Faria e Elisabete Marques marcarão presença amanhã e toda a gente pode ir lá ter, porque a entrada é livre. A primeira fará uma leitura a dois com a escritora irlandesa Anamaria Crowe Serrano no Centro Camões às 21h30.

Andreia C. Faria nasceu no Porto, em 1984. Publicou em 2008 o seu primeiro livro de poemas, De haver relento (Cosmorama Edições), em 2013 Flúor (Textura Edições) e em 2015 Um pouco acima do lugar onde melhor se escuta o coração (Edições Artefacto)

A Elisabete Marques lerá no mesmo dia na Praça do Abanico às 22h30 textos com a galega Miriam Ferradáns, na secção Poetas através do Minho. Pelo que cheguei a saber na net, a poeta portuguesa vem definida como uma lufada de ar fresco na nova geração de poetas e o seu lirismo tem uma estética muito pessoal e singular. Publicou Cisco (Mariposa Azual) e Animais de Sangue Frio (Língua Morta). Neste último poemário faz uma alegoria do mundo e da fauna que o povoa.

Vão lá e apoiem a literatura em feminino!

 

 

Monstra à solta…em Vigo!


O Festival de Animação de Lisboa, Monstra, é desde há 18 anos um espaço de provocação e criatividade. Um exemplo de diálogo artístico interdisciplinar que já está na maioria de idade.

A Monstra tem uma vertente itinerante, Monstra…à solta!, que agora chega a Vigo. As e os organizadores têm levado o festival a múltiplas cidades portuguesas e aos cinco continentes durante os últimos quatro anos. O objetivo é partilhar com os públicos que vivem fora da grande Lisboa uma parte importante do festival.

Para comemorarem o facto de chegarem aos 18 anos de idade e em parceria como o Centro Cultural Camões de Vigo, Monstra leva à cidade olívica duas sessões de retrospetiva de cinema de animação que serão projetadas na sede do centro.

No dia 20 de junho às 20h30 há a exibição dos premiados deste ano, podem ver o palmarés nesta ligação que vos deixo. Já no dia a seguir, na mesma hora e lugar, poderemos ver Alma portuguesa e alguns dos melhores filmes de animação produzidos em Portugal até aos dias de hoje.

 

Teresa Salgueiro no Nexos

Eu não sou uma influencer. O tema do meu blogue não é tão maioritário como para eu ter milhares de fãs que me leiam e tentem seguir as minhas indicações. Quem me dera a mim criar modas!

Suponho que os e as influencers medem o seu sucesso com o número de followers. Eu sou obrigada a contar as pequenas vitórias doutra maneira.

Um dos meus momentos estrela no Twitter foi há pouco, no ano passado, quando a Teresa Salgueiro retwittou uma notícia minha. Logo disso…vieram coisas que ninguém lê e tweets aborrecidos, mas, olhem…já consegui um bocadinho de atenção por parte de alguém talentoso.

A Teresa volta à Galiza no marco do ciclo Nexos que decorre em Compostela, na Cidade da Cultura, este sábado às 12h. Se no ano anterior foram abordados temas arquitetónicos, esta será a vez da música.

Sam the Kid, na sua canção Poetas de Karaoke, faz algumas críticas à visão que o pessoal tem sobre a música portuguesa dentro do próprio país. Concordo com ele, até acrescentaria à sua opinião a ideia completamente vaga que nós temos sobre o que lá é produzido musicalmente. O país vizinho é mais do que fado e rancho folclórico e isto é uma teima constante no meu blogue, já sabem. Neste ciclo Nexos falar-se-á sobre fado, nova canção portuguesa, jazz, worldmusic…enfim, o vasto panorama musical que Portugal oferece. Tomemos como exemplo os Madredeus, a antiga banda da Teresa Salgueiro, faziam worldmusic em português e acho que são um dos grupos que mais têm repercutido internacionalmente nos últimos anos.

Dentro do programa do Nexos está agendada às 12h uma entrevista sobre estes temas com a cantora e às 13h há um concerto “surpresa”. Adivinhem só…

Se tiverem crianças podem ir com elas porque o ciclo propõe uma versão infantil com pequenos ateliês para os miúdos.

Apenas vou dizer duas coisas: preparem os 3 euros para o bilhete e…faz-me retweet, Teresa!

 

 

 

SELIC 2018

A Semana do Livro de Compostela não foi sol de pouca dura, veio para ficar e esta é a sua segunda edição. Desde o dia 1 de junho até ao dia 10 poderão estar em contacto com livrarias e editoras do país além de usufruir de um amplo programa de atividades.

Este ano a cidade convidada é a Póvoa de Varzim. O seu festival literário “Correntes d’escritas” acho que é hoje um referente e está na hora de que se conheça mais na Galiza. A propósito disto, no dia 3 de junho às 12h30, no exterior da carpa, há dança tradicional poveira, as chamadas “rusgas”. Nesse mesmo dia às 18h30 a escritora portuguesa Dulce Maria Cardoso falará com o público galego.

Dulce Maria Cardoso foi escolhida para partilhar com o público o processo criativo que a leva a fazer da sua biografia uma experiência literária. Ela nasceu em Trás-os-Montes no ano 1964 e passou a sua infância em Angola. Regressou depois da descolonização.

No ano 2001 publicou a sua primeira obra, Campo de Sangue, seguiram-se outros romances como: Os meus sentimentos, O chão dos pardais, O retorno…

Algumas das suas obras foram adaptadas como roteiro de cinema e muitos dos seus livros são objeto de estudo em universidades do mundo todo.

No dia 4, às 19h30 temos as “Correntes de conversa”, uma conversa sobre o “Correntes d’escritas” entre Manuela Ribeiro, organizadora do festival, e Carlos Quiroga, professor de literaturas lusófonas na USC.

No dia 5, às 20h. “Um guitarrista português e um poeta”, poesia musicada por Aurelio Costa e Carlos Costa.

Durante toda a semana do livro, poderão também encontrar a banca da Através editora e dar uma olhada às suas últimas publicações. Deem um passeio pela carpa!

Sofia Maul e Susana Cecílio no 7 Falares

A narração oral terá como capital a cidade de Ponte Vedra os dias 7, 8, 9 e 10 de junho. Com a chegada da primavera somos muitos os e as lusopatas que esperamos este evento com incontida emoção.

O poder cativante das estórias é um íman para mim. Sempre gostei de ouvir a minha avó contar-me contos cada noite, alguns deles para me fazer adormecer, outros para me inculcar certas ideias religiosas…mas ela era uma rainha da narração. Suponho que teria gostado muito deste tipo de espetáculos.

Este ano o programa do 7 falares conta com a participação de países como os Camarões, Portugal e Espanha. Na parte galega temos o nosso Quico Cadaval e os Pavís Pavós a fazerem de anfitriões. Na parte lusa temos a contadora Sofia Maul, já conhecida por nós pelas suas participações no Festival Atlântica, e a Susana Celício, um nome novo entre as nossas linhas.

Sofia Maul, para quem não se recordar, é uma madeirense, terapeuta da fala, muito ligada aos projetos de narração oral Biblioteca Municipal de Oeiras, onde faz parte da sua “bolsa de contadores” e também ministra workshops.

Susana Cecílio é dessas pessoas que até parece que tem bicho- carpinteiro. Nunca para! Atriz, encenadora, contadora e palhaça nasceu em Lisboa no ano 1979 e é mestre em Estudos do Teatro pela FLUL. Vai ser a sua primeira colaboração na Galiza.

Então agora com estas informações todas façam o seu esqueminha de eventos do mês…que ainda restam muitas notícias culturais por dar!


					

O’questrada em Compostela

No marco das picheleiras festas da Ascensão, teremos o som popular e de tasca com a banda O’questrada.

Como é já costume, nas festas de Compostela há sempre uma recordação para bandas portuguesas ou lusófonas no programa. Desta feita estão programados os O’questrada e tocarão com Caxade na Quintana às 22h no dia 10, coisas das regras mnemónicas.

Os de Almada vão pôr a malta a mexer!

Primavera do cine em Vigo

primavera

Amanhã começa o Festival Primavera do Cine em Vigo e o Centro Cultural Camões acolherá uma mostra de curtas lusófonas durante estes dias. No Auditório Municipal de Vigo temos duas longas, uma delas Cartas da guerra, que eu recomendo vivamente pela sua relação com a literatura.

Infelizmente, soube neste momento que houve há dias uma mostra prévia de cinema brasileiro…já não chegamos. De qualquer maneira, coloco cá o programa por se estiverem interessados/as noutras atividades.
Debruço-me sobre as informações e confesso que não está fácil escrever este artigo. Há tantos filmes de que vos tenho que falar que nem sei por onde começar! Pronto, como todas as coisas… inventarei um princípio, mesmo que seja caótico.

  • curtas:

O forasteiro, Diogo Cronemberger. (Brasil) Exibições: 8 de maio, 21h / 10 de maio,19h30. É a história de Carraimundo, que, no sertão do Piauí, Brasil, luta contra o obsessivo mundo cíclico da violência em que está preso.

Flores, Vado Vergara e Henrique Bruch. (Brasil) Exibições: 8 de maio, 21h / 10 de maio,19h30. É uma curta produzida por alunos/as e diplomados/as do curso de Produção Audiovisual (Teccine), da Escola de Comunicação, Artes e Design, está a marcar presença em festivais internacionais. A curta aborda o crescimento de grandes centros urbanos e mercado imobiliário enquanto pessoas são despejadas destes espaços que estavam ociosos e acompanha o dia de dois jovens que buscam compreender a relação afetiva que os une. Um deles, artista visual, partilha a casa ocupada com uma mulher trans de 70 anos viciada em drogas e busca a realização profissional noutra cidade.

Deusa, Bruna Callegari. (Brasil) Exibições: 8 de maio, 19h30 / 9 de maio, 21h. Deusa trabalha como funcionária cobrando impostos na ilha onde mora. Habituada a ver o movimento dos viajantes, nunca tinha pensado na sua própria vida até que uma baleia encalha na praia. Deusa observa a baleia e acha nisto uma metáfora de si mesma.

Em algum lugar, amanhã, André Siqueira. (Brasil) Exibições: 8 de maio, 19h30 / 9 de maio, 21h. Um encontro entre dois estranhos e as fantasias ocultas que os permeiam. Ela, uma mulher infeliz no casamento. Ele, o dono de uma alfarrabista, um homem sensível e poético. A curta retrata a relação de pessoas que mal se conhecem, mas que, inexplicavelmente, se sentem subitamente atraídos um pelo outro. Um filme que fala sobre as escolhas que fazemos a cada momento e como elas podem influenciar nossa vida para sempre.

O menino e o louco, Júlia Ferreira. (Brasil) Exibições: 8 de maio, 19h30 / 9 de maio, 21h. Um menino viaja e reencontra-se com duas amigas gémeas. Começa a visitar a casa delas para tentar protegê-las do seu pai doido.

Vidas cinzas, Leonardo Martinelli. (Brasil) Exibições: 8 de maio, 21h / 10 de maio,19h30. Trata-se de um falso documentário que denuncia a atual crise no Brasil.

Mãe querida, João Silva Santos. (Portugal) Exibições: 9 de maio, 19h30 / 10 de maio, 21h. Matilda é uma adolescente assombrada pela morte do pai e maltratada pela sua mãe alcoólica, Susana. Um dia, decide pedir ajuda a uma bruxa.
Esta curta tem o Prémio MOTELX – Melhor Curta de Terror Portuguesa 2017.

A gente nasce só de mãe, Caru Roelis. (Brasil). Exibições: 9 de maio, 19h30 / 10 de maio, 21h. Emilly, uma rapariga de 17 anos vive num bairro na periferia com dois irmãos mais novos e o filho recém-nascido. O filme segue algumas horas na vida da jovem, mostrando-nos as delicadas e complexas relações de família e de poder que atravessam o quotidiano da jovem, cuja vida é devastada por uma tragédia que se aproxima.

Katharsis, Mirela Kruel (Brasil). Exibições: 9 de maio, 19h30 / 10 de maio, 21h. Abatida pela amnésia, Clarice entra num teatro para fazer um teste. Hermes, diretor da peça, ldiz-lhe que é preciso mais do que atuação para interpretar tal papel. Na visão dele, ela precisa sentir que é a personagem. Confundindo a ficção que a atriz pensa estar a viver no palco, ela começa a se lembrar de fragmentos da sua própria história.

O vestido de Myriam, Lucas H. Rossi. (Brasil) Exibições: 9 de maio, 19h30 / 10 de maio, 21h. Em meio a uma casa pacata no interior rural do estado do Rio de Janeiro, um casal de idosos convive com as limitações da velhice. Divaldo compartilha a sua solidão com Myriam. Ela morre durante o sono. Após o enterro, ele manifesta o luto de forma peculiar.

  • curtas de animação:

Estilhaços, José Miguel Ribeiro. (Portugal) Exibições: 9 de maio, 18h00. Um filme sobre a forma como a Guerra se instala no corpo das pessoas que a vivem olhos nos olhos. E, depois, a milhares de quilómetros e dezenas de anos decorridos, contamina, como um vírus, outros seres humanos.

Água mole, Laura Gonçalves e Ale­xan­dra Rami­res. (Portugal) Exibições: 9 de maio, 18h00. Os últimos moradores de uma aldeia resistem-se a serem esquecidos. O progresso avança…conseguirão ficar na aldeia? Água mole em pedra dura…

Solito, Gabriel Mayer. (Portugal) Exibições: 9 de maio, 18h00. Um morador de rua caminha pela cidade com a sua única companhia, a Solidão, um monstro fantasmagórico que o segue por todo a parte.

Tocadora, Joana Imaginário. (Portugal) Exibições: 10 de maio, 18h00. Por equívoco, ela bebe a água de lavar os pincéis e transforma-se em desenho. A partir daí o mundo do quotidiano e o mundo da criação dançam à roda de um armário. Lá dentro, cada momento, cada memória e cada ação tornam-se únicos. Enquanto um livro cresce e se torna real, seguimos a Tocadora no seu processo criativo como percurso imaginado.

-É preciso que eu diminua, Pedro Serrazina. (Portugal) Exibições:10 de maio, 18h00. É o clip de vídeo do novo single de Samuel Úria. Que bom voltar encontrar o Pedro entre as nossas linhas!

Surpresa, Paulo Patrício. (Portugal) Exibições: 10 de maio, 18h00. Surpresa é uma curta animação documental feita usando uma conversa gravada (isto é, sem ação, não ensaiada, não roteirizada) entre uma mãe, Joana, e sua filha de três anos, Alice, que se está a recuperar de um cancro renal. Ambas falam – abertamente e francamente – sobre a doença, a suas atuais circunstâncias, lutas e sucessos.

-The voyager, João González. (Portugal) Exibições:10 de maio, 18h00. Um pianista vive numa grande cidade e sofre de agorafobia. Ele é confrontado com a necessidade de sair de casa para se reabastecer de medicamentos.

  • longas

Cabra, marcado para morrer, Eduardo Coutinho (Brasil). Exibição: 9 de maio, 19h30, no Auditório Municipal de Vigo. Este documentário tem a honra de abrir o festival, a obra fala de um líder camponês, João Pedro Teixeira, que é assassinado por ordem dos latifundários do Nordeste.

Cartas da guerra, Ivo Ferreira (Portugal). Exibição: 11 de maio às 22h no Auditório Municipal de Vigo. Baseada no livro homónimo de Lobo Antunes que recolhe as cartas que um jovem soldado português enviou de Angola à sua mulher entre os anos 1971 e 1973 durante a Guerra Colonial.

O filme tem muitos prémios e reconhecimentos nacionais e internacionais. Um luxo.

As raízes de Pessoa na Galiza

No Dia da Língua Portuguesa não há nada melhor do que revisitarmos a nossa história e ligações culturais.

A Ginjinha, Inês de Castro, o galo de Barcelos e, agora também Pessoa, têm antecedentes na Galiza. E se a nossa história fosse contada doutra maneira?

O professor de Literaturas Lusófonas, Carlos Quiroga, prova neste livro a árvore genealógica galega do poeta, a origem do heterónimo Alberto Caeiro e a relação que isto tem com Alfredo Guisado, poeta galego esquecido da Geração Orpheu.

Hoje, no Centro Cultural Camões de Vigo, às 20h.