Batida em Compostela

batidaBatida…como dizer…hummmm…é kuduro de intervenção. Mexer os pés pode ser também um passo para a justiça social e Pedro Coquenão sabe disso.

Pedro Coquenão é desses homens faz-tudo: produtor de rádio, vídeo e música. Podemos ver Batida no palco e pensar que o projeto são muitas pessoas, mas por trás disto está só ele. Nascido no Huambo é uma das vozes mais contestatárias com a situação política que Angola atravessa.

Eu não tive oportunidade de vê-lo no Womex em Compostela, mas sim que vi Batida no festival O Sol da Caparica, em Almada, e posso-vos dizer que foi uma das bandas que mais me surpreendeu: dança, imagem, performance e mensagem. Fiquei de boca aberta e com os pés a doer de tanto que dancei. Quando o vi subir a palco soube que aquele não iria ser só um concerto, seria um canto de liberdade política pelos presos angolanos. E foi mesmo isso.

Que bom que Batida venha a Compostela, que bom que seja com o Davide Salvado e que bom que seja de graça.

 

No dia 6 de maio, às 21h30 na Quintana, com o galego Davide Salvado.

 

 

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