Cidade maravilhosa

Uma vez ouvi que “a cidade é um lugar onde as pessoas ficam sozinhas juntas”. Não sei se concordar com esta visão estereotipada ou não. Aliás, nunca tive claro o que uma cidade é. De facto, não há um padrão mundial que a defina. Esta definição varia de país para país. Tradicionalmente os organismos públicos consideram a existência de uma cidade baseados em critérios quantitativos. Na Dinamarca, por exemplo, bastam 250 habitantes para uma comunidade urbana ser considerada uma cidade, e na Islândia, apenas 300 habitantes. Em Portugal uma cidade só pode ser cidade se tiver mais de oito mil eleitores, num aglomerado populacional urbanizado contínuo. No Brasil, no entanto, a definição legal de cidade, do ponto de vista demográfico, adotada pelo país é a do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Nestes dias entre feriados na Galiza, estar numa cidade é estar num deserto. Habitantes é que faltam. Não pude parar de lembrar uma leitura que fiz: A cidade depois de Pedro Paixão, 13 textos escritos em Nova Iorque depois de 11 de setembro. Um desses romances em que uma cidade é protagonista, como tantas vezes na literatura. Deixo o PDF por se alguém quiser “palmilhar” literariamente Nova Iorque: PedroPaixao-ACidadeDepois

Vamos ver hoje vocabulário da cidade em português do Brasil. Lojas, serviços e instituições públicas:

E durante o nosso percurso urbano, podemos ouvir como o Caetano Veloso canta à “Cidade Maravilhosa”

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