Rui Chafes


Até 15 de janeiro podem visitar na Fundação Luís Seoane (Corunha) a exposição de Rui Chafes (Lisboa, 1965) intitulada “Campo de sombras”. Um campo que foca o nosso olhar para os últimos dez anos da sua produção. Umas ‘sombras’ que insistem na conceção física e material do escultórico, com uma forte presença do dramático e da sua inevitabilidade. Nas primeiras mostras individuais, a mediados dos anos 80, Chafes apresentou esculturas que pareciam expandir-se para além do espaço expositivo. Naquela altura os materiais utilizados eram madeira (troncos, canas, ripas) ou plástico. No final desta década começa a utilizar unicamente ferro sempre pintado de cor preta que será o selo de toda a sua produção posterior. Nestes primeiros anos, as formas escolhidas tinham ressonâncias orgânicas, como casulos ou próteses humanas, e na década de 90 os seus trabalhos já se caracterizam por uma limpa austeridade formal onde a ausência do corpo passa, por vezes, numa evocação da violência.
Se quiserem mais informação sobre a exposição e o artista, podem visitar estes sites:

www.luisseoanefund.org

www.ruichafes.net

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